Escola Sandrose para refugiados

A Fundação suíça Sandrose pretende dar um contributo sustentável para um acolhimento humano aos jovens refugiados. Com uma escola auto-organizada os refugiados poderão receber e adquirir conhecimentos fundamentais e capacidades práticas e duradouras que poderão posteriormente levar para a sua vida futura. Receberão uma formação básica em ofícios tradicionais de construção (carpinteiro, calceteiro, pedreiro, pintor...) e em horticultura, independentemente de adquirirem ou não, no seu processo de asilo, o estatuto definitivo de refugiados ou de terem de retornar ao seu país de origem.

 

A Fundação Sandrose possui uma propriedade agrícola de 10 hectares perto da cidade de Lagos, no Algarve português: a Quinta Moita Redonda. Nas instalações da Quinta serão criadas oficinas de formação com a ajuda dos jovens migrantes. Lá decorrerá uma vasta gama de formações básicas no âmbito dos ofícios tradicionais de construção, trabalhos em madeira, metal, pedra natural, pintura  assim como em horticultura e muitos outros. Pretende-se ainda promover a perceção da natureza e o conhecimento das interligações ecológicas durante excursões na interessante área costeira e paisagística local. Igualmente importante são as aulas teóricas de história, meio social, cultural e similares, onde os jovens serão preparados para a vida na Europa.

 

O programa e o conteúdo das aulas será elaborado e determinado em trabalho conjunto com os jovens. Na parte prática da formação serão construidas para a escola mais oficinas e ateliers de aprendizagem, um pavilhão de aulas e outras  infraestruturas necessárias. Os participantes deverão comprometer-se a uma cooperação ativa e a uma organização das suas necessidades pessoais o mais independente possível. A participação na escola auto-organizada deve ser entendida como um auxílio à auto-ajuda.

A Fundação Sandrose procura para este projeto piloto ajuda individual e de organizações privadas. Essas ajudas devem fornecer a informação necessária na área do acolhimento dos refugiados e assumir a seleção dos participantes adequados para este projeto.

 

A Fundação Sandrose coloca à disposição o espaço e a infra-estrutura técnica que já está em construção. Os participantes em grupos serão alojados em acampamentos temporários ou em moradias. Para estadias de formação de longo prazo e para os colaboradores estão ao dispor apartamentos individuais. O corpo docente será organizado pela Fundação Sandrose e por parceiros de cooperação.

 

Após a formação base a Fundação Sandrose pretende também continuar a apoiar os participantes com várias ofertas. O objetivo da escola é proporcionar aos jovens posteriores possibilidades de outras especializações assim como a entrada ativa no mercado de trabalho.

 

Portugal propôs à União Europeia receber e integrar mais refugiados. A Fundação Sandrose quer apoiar esse empreendimento com os seus próprios recursos. Para isso procuramos colaboradores e parceiros em particular, na região do Algarve, Portugal, mas também na Europa Central, Itália e Grécia.

 

Para outubro de 2017, está planeada uma viagem de pesquisa à Lampedusa e ao sul da Itália.

 

 

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